Comecei no jornalismo, cobrindo campo, apurando, checando fonte antes de escrever a primeira linha. Foi ali que aprendi que texto bom não nasce de talento solto, nasce de pergunta bem feita.
Copy sem apuração é chute com boa gramática. Eu prefiro acertar.
Quando migrei para o copywriting, não larguei o método. Levei a bancada de pesquisa junto. Hoje a IA entra como bússola e ferramenta de apoio, jamais como ghostwriter: o texto que sai tem minha digital do primeiro ao último ponto.
Escrevo do editorial de alto volume à saúde sob régua rígida. Dois extremos que ensinam a mesma coisa: respeitar quem lê e respeitar a regra do terreno. É isso que levo pra cada linha.